quarta-feira, 6 de março de 2013

A função da comunicação na imagem de cidades e territórios

Luís Paulo Rodrigues


Num mundo global e competitivo, a comunicação de um território, focada nos seus recursos culturais, turísticos e econômicos, é um elemento fundamental para o seu fortalecimento e para a sua imagem externa, contribuindo para a captação de novos turistas, novos investimentos e, por consequência, novas fontes de rendimento.

Na sociedade midiática em que vivemos, comunicar é essencial para agregar valor a uma marca. Uma cidade é uma marca no mesmo sentido da marca de um produto alimentar ou da marca de uma peça de vestuário. Uma cidade, um município, uma região ou um país são marcas que podem ser consumidas por moradores, turistas ou investidores. São marcas cuja comunicação tem de ser trabalhada em permanência para que haja um bom relacionamento contínuo com todos os públicos de interesse, de acordo com o seu posicionamento estratégico.

Uma cidade que transmite uma percepção pública positiva é um foco aberto a novas parcerias e novos negócios, ampliando a sua visão e sua missão como comunidade humana aberta ao mundo, que busca o desenvolvimento e a qualidade de vida para os que nela vivem e trabalham e para os que nela procuram oportunidades de turismo e lazer ou negócios.

Numa cidade, a agregação de valor acontece através do conhecimento público das boas práticas municipais e de uma comunicação que faça destacar as potencialidades turísticas, ambientais, culturais e econômicas. Este trabalho traduz-se em percepções positivas que, por sua vez, potenciam o incremento do turismo e da economia local, através da captação de novos turistas, da fidelização de outros e da transmissão de opiniões positivas sobre a cidade e a região por cada visitante nos seus círculos de amigos, seja no seu local de trabalho ou na Internet.

A concorrência entre cidades é cada vez maior e os turistas, no processo de decisão de escolha de uma viagem de férias, já não aceitam decidir só com base na informação fornecida pelas agências de viagens. O turista do século XXI é formado e informado. Segue a agenda dos meios de comunicação especializados e está na Internet, onde procura a informação para fazer o plano de suas próximas férias ou prepara o roteiro para próximas visitas turísticas e de lazer.

Antes da Internet, as marcas só conseguiam atrair atenções mediante a compra de publicidade dispendiosa. Hoje, as organizações que compreendem as novas regras da comunicação desenvolvem relações diretas com os seus públicos de interesse através da comunicação digital. As redes sociais, os blogues, as notas noticiosas online e outras formas de conteúdos digitais permitem que as cidades possam comunicar diretamente com os seus públicos. O segredo de uma comunicação eficaz está em saber o que estamos a comunicar e em entender os públicos com quem comunicamos.

Para ser escolhida como destino de férias, uma cidade tem que se mostrar, tem que ir até ao consumidor, da forma mais espontânea possível, comunicando e dando a conhecer todo o seu diferencial. Pode fazer isso através dos meios de comunicação digital, sem nunca esquecer os meios de comunicação tradicionais: uma comunicação bem planeada na imprensa tradicional, especializada em turismo e lazer, ou na televisão, colocando em agenda reportagens sobre a oferta turística de uma cidade e suas características específicas, constitui um trunfo de marketing territorial poderoso, pois o cidadão informado está sempre procurando informação, aceitando muito melhor um trabalho jornalístico do que o mesmo assunto através de publicidade paga. São os conteúdos de boa qualidade que suscitam o interesse e a curiosidade das pessoas. Além disso, um matéria na imprensa tradicional chega também aos públicos que estão na Internet – dado vivermos num sistema midiático convergente, ou seja, com toda a informação convergindo para a Internet. 



sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

36 blogs de estudantes e profissionais de relaçõespúblicas que merecem ser seguidos em 2013



Desde 2010 que alguns especialistas afirmam que a tendência é que os blogs percam força e relevância no contexto da Internet, o Portal RP-Bahia (que foi um dos primeiros projetos da área de relações públicas a utilizar um blog como ferramenta de relacionamento) ainda aposta na vida útil dessa ferramenta e fez, pelo terceiro ano consecutivo, uma lista com blogs de estudantes e profissionais de relações públicas que merecem ser seguidos, agora em 2013.

Confira os 36 blogs de estudantes e profissionais de relações públicas que merecem ser seguidos em 2013:

Quem faz: @tais_so / @Galofero / @bruna_ribeiro / @TweetsdoAlan
Twitter: @versatilrp

Quem faz: @biaanobre / @yannefermin / @tainabarbirato / @aclarissa / @washingtonrp
Twitter: @rpmanaus

Quem faz: Leticia Gazzana, Fernanda Hack, Janini Poncio, Tuane Nicola, Ana Caroline Finger e Anelise Machado
Twitter: @fmundorp

Quem faz: @juhxs e Cintia Anton, alunas da UNISC.
Twitter: @blogunirp

Quem faz: Núcleo de Relações Públicas da Agecom da Universidade Feevale.

Quem faz: Carolina Terra
Twitter: @carolterra

Quem faz: Maurity Cazarotti
Twitter: @blogrpepp

Quem faz: Maíra
Twitter: @rp_maira

Quem faz: Jorge Lima
Twitter: @jorgeclima

Quem faz: Fabiana Begnini
Twitter: @fabibegnini

Quem faz: Marcello Chamusca
Twitter: @mchamusca

Quem faz: Professora Mara Baroni
Twitter: @COMUNICACIONAL

Quem faz: Professora Priscila Borges
Twitter: @triborp

Quem faz: RPjr - Empresa Junior de Relações Públicas da UNESP-Bauru
Twitter: @rpjr_

Quem faz: Gabriela Gadelha
Twitter: @GabiGadelha

Quem faz: Rodrigo Almeida
Twitter: @almeida021

Quem faz: Professora Cristina Cunha


Quem faz: Professora Teresa Pitombo
Twitter: @Teresa_Pit

Quem faz: Fernanda Wieser
Twitter: @fewieser

Quem faz: Marcello Chamusca
Twitter: @mchamusca

Quem faz: Rodrigo Capella
Twitter: @Rodrigo_Capella

Quem faz: Renata Arruda
Twitter: @rrenataarrudas

Quem faz: @murieldepaula
Twitter: @relacionese

Quem faz: Juliana Molz e Roberta Souza e Silva
Twitter: @adegadeideias

Quem faz: Fábio Procópio
Twitter: @fabioprocopio

Quem faz: Marcello Chamusca
Twitter: @mchamusca

Quem faz: Ludimila Costa
Twitter: @ludscosta

Quem faz: Poliana Lima
Twitter: @Para_RP

Quem faz: Marcela Murad
Twitter: @MarcelaMurad

Quem faz: Eduardo Alves
Twitter: @eduardoalves

Quem faz: Wagner Oliveira
Twitter: @futuroRP

Quem faz: Ricardo Campos
Twitter: @rcamposrp

Quem faz: @alanabrinker
Twitter: @cometend

Quem faz: Ana Barreto

Quem faz: Ingrid Hermes Bittencourt

Quem faz: Luiz Antônio Gaulia

quarta-feira, 14 de março de 2012

Do cinza para o verde: projeto que muda visual de Beirute comunica o novo perfil da cidade

Beirute, capital do Líbano, é uma bela cidade, que chegou a ser considerada a Paris do Oriente Médio. Bombardeios e guerras tiraram um pouco do seu brilho nas últimas décadas.


Hoje há pouquíssimas áreas verdes públicas. Vista de cima é uma cidade cinza, conforme pode se notar na imagem abaixo:


O projeto arquitetônico de transformar a cidade num grande o jardim suspenso, chamado de "Beirut Wonder Forest", mudaria essa realidade. Com a sua execução, Beirute passaria a comunicar à sua população e aos seus visitantes, um novo perfil de cidade, com visual verde e um ambiente muito mais saudável, conforme pode-se notar nas imagens abaixo:


Vejam o visual da cidade vista de cima, depois da implantação do projeto:


Um projeto desse muda completamente a relação das pessoas com o espaço da cidade, transformando as suas atitudes e, consequentemente, o dia-a-dia da cidade.


Qual será a cidade do Brasil que fará algo semelhante primeiro? Vamos torcer por São Paulo!


Fonte de informações e fotos: http://exame.abril.com.br/economia/meio-ambiente-e-energia/noticias/arquitetos-transformam-beirute-em-mega-jardim-suspenso

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

39 blogs de estudantes e profissionais de relações públicas que merecem ser seguidos em 2012

Desde 2010 que alguns especialistas afirmam que a tendência é que os blogs percam força e relevância no contexto da Internet, o Portal RP-Bahia (que foi um dos primeiros projetos da área de relações públicas a utilizar um blog como ferramenta de relacionamento) ainda aposta na vida útil dessa ferramenta e fez, pelo segundo ano consecutivo, uma lista com blogs de estudantes e profissionais de relações públicas que merecem ser seguidos em 2012. Esse ano tivemos a contribuição do blog RP Manaus para a seleção dos blogs.

Confira os 39 blogs de estudantes e profissionais de relações públicas que merecem ser seguidos em 2012:

Quem faz: @juhxs e Cintia Anton, alunas da UNISC.
Twitter: @blogunirp

Quem faz: Amanda Figueiredo e Danielly Pontes
Twitter: @crpbr

Quem faz: Carolina Terra
Twitter: @carolterra

Quem faz: Maurity Cazarotti
Twitter: @blogrpepp

Quem faz: Ana Clarissa
Twitter: @rpmanaus

Quem faz: @tais_so / @Galofero / Nana_Faria
Twitter: @versatilrp

Quem faz: Ricardo Campos
Twitter: @rcamposrp

Quem faz: Marcello Chamusca
Twitter: @mchamusca

Quem faz: Maíra 
Twitter: @rp_maira

Quem faz: Patrícia Morais
Twitter: @patriciamorais_

Quem faz: @GraciGuedes
Twitter: @Rprosear

Quem faz: Jorge Lima
Twitter: @jorgeclima

Quem faz: Fabiana Begnini
Twitter: @fabibegnini

Quem faz: Marcello Chamusca
Twitter: @mchamusca

Quem faz: Professora Mara Baroni
Twitter: @COMUNICACIONAL

Quem faz: Professora Priscila Borges
Twitter: @triborp

Quem faz: RPjr - Empresa Junior de Relações Públicas da UNESP-Bauru
Twitter: @rpjr_

Quem faz: Gabriela Gadelha
Twitter: @GabiGadelha

Quem faz: Rodrigo Almeida
Twitter: @almeida021

Quem faz: Professora Teresa Pitombo
Twitter: @Teresa_Pit

Quem faz: Fernanda Wieser
Twitter: @fewieser

Quem faz: Carla Costa
Twitter: @CarlaCostaRP

Quem faz: Marcello Chamusca
Twitter: @mchamusca

Quem Faz: Ana Mansour
Twitter: @ProRPComCorp

Quem faz: Rodrigo Capella
Twitter: @Rodrigo_Capella

Quem faz: Renata Arruda
Twitter: @rrenataarrudas

Quem faz: Professor Eliezer Cruz
Twitter: @eliezercruz

Quem faz: @murieldepaula
Twitter: @relacionese

Quem faz: Juliana Molz e Roberta Souza e Silva
Twitter: @adegadeideias

Quem faz: Fábio Procópio
Twitter: @fabioprocopio

Quem faz: Marcello Chamusca
Twitter: @mchamusca

Quem faz: Ludimila Costa
Twitter: @ludscosta

Quem faz: Poliana Lima
Twitter: @Para_RP

Quem faz: Marcela Murad
Twitter: @MarcelaMurad

Quem faz: Eduardo Alves
Twitter: @eduardoalves

Quem faz: Wagner Oliveira
Twitter: @futuroRP

Quem faz: @alanabrinker
Twitter: @cometend

Quem faz: Fabiana Malta
Twitter: @fabi_malta

Quem faz: Ana Barreto

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Curso de Comunicação e Relações Públicas Digitais, com Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal


Os professores Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal realizam nos dias 17 e 18 de dezembro de 2011, na Faculdade Batista Brasileira, em Salvador, o curso de Comunicação e Relações Públicas Digitais. 

O curso tem a proposta de abordar os processos de comunicação e relações públicas, interfaceados pelas tecnologias informacionais digitais, de modo abrangente, conceitual e aplicado, visando atualizar e contextualizar as práticas dessas atividades no âmbito contemporâneo. 

Para tanto, se explorará conteúdos como comunicação na contemporaneidade; processos digitais; midias pós-massivas; redes sociais digitais como ferramenta de comunicação organizacional e relações públicas; contexto da mobilidade digital; dispositivos móveis digitais, mídias locativas e multirredes de acesso sem fio; Relações Públicas Digitais; e instrumentos de Relações Públicas Digitais.

O curso tem carga-horária de 20 horas/aula e o investimento é de R$ 450,00 (quatrocentos e cinquenta reais). Fazendo a sua matrícula até o dia 9 de dezembro de 2011, o aluno ganha 20% de desconto, pagando R$ 360,00 (trezentos e sessenta reais). 

Mais informações e inscrições: www.cursos.rp-bahia.com.br

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Diretores do RP-Bahia participam de Semana de Mobilização Científica da UCSAL


Os diretores do Portal RP-Bahia, Marcello Chamusca e Márcia Carvalhal, participam da XIV Semana de Mobilização Científica (SEMOC), promovida pela Universidade Católica do Salvador (UCSAL), que teve início na última segunda-feira, dia 17 de outubro e será finalizada na sexta-feira, dia 21. Chamusca e Carvalhal discutem no último dia do evento sobre internet como campo de luta e mobilização social, apresentando trabalho baseado em pesquisa desenvolvida num bairro proletário de Salvador, em que buscam entender como setores menos favorecidos da sociedade estão se apropriando das tecnologias informacionais digitais, e mais especificamente do ciberespaço, para reivindicar direitos e obter conquistas no campo social.

No momento em que são comemorados os 50 anos da Universidade Católica do Salvador, o evento discutirá o tema O CONHECIMENTO NO LIMIAR DO SÉCULO XXI, um vetor estratégico nas atribuições das instituições universitárias, especialmente ao se polemizar o papel da produção do conhecimento e suas efetivas contribuições para a construção de uma sociedade geradora de qualidade de vida e harmonizada com a sustentabilidade ambiental. Conferências, mesas-redondas, sessões de comunicação e de pôster, minicursos, jornada de pesquisa e salão interativo (este destinado às manifestações artístico-culturais) conformam a programação de atividades que serão desenvolvidas na XIV SEMOC.

O trabalho apresentado por Chamusca e Carvalhal no XIV SEMOC será disponibilizado em breve, através de um livro coletânea organizado pela dupla de pesquisadores, com previsão de lançamento para março de 2012.

Mais informações sobre o SEMOC: www.ucsal.br

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Direito às Ciclovias

Por Heloísa Helena
Vereadora do PSOL em Maceió
@_heloisa_helena / heloisa.ufal@uol.com.br



Quem vivencia as cidades brasileiras - vivendo no sentido intenso da palavra, sem se acomodar apenas com sua vidinha pessoal – conhece a importância das Bicicletas como modalidade de transporte urbano, tanto do ponto de vista da sustentabilidade ambiental como diante da precariedade dos transportes coletivos e da necessidade de redução no orçamento doméstico das extorsivas tarifas. Milhões de trabalhadores pobres brasileiros saem das suas casas nas madrugadas e alvoradas, com bicicletas velhas, sem equipamentos de proteção pessoal, levando uma pequena quantidade de alimento para todo o dia de trabalho exaustivo, sem técnicas de alongamento e submetidos a grandes distâncias que ultrapassam os limites físicos, temerosos da violência cotidiana e angustiados com a possibilidade – tantas vezes já visualizada – de acidentes, mutilações e mortes no trânsito!


O debate sobre esse tema e todas as alternativas propostas sobre o Sistema Cicloviário - como mecanismo de apropriação democrática dos espaços de circulação urbana – infelizmente não sensibiliza a muitos, pois não envolve um setor poderoso na rede de propinas e crimes contra a administração pública - como o transporte coletivo e a construção de rodovias – e nem envolve setores sociais de grande poderio político e econômico. Embora o Código de Trânsito já disponibilize em vários artigos a estruturação dos direitos e deveres desses usuários e não faltem propostas concretas a serem viabilizadas pelo poder público na garantia de acesso seguro aos principais pontos das cidades.


Pois bem... a bicicleta foi inventada em 1790 (de madeira e impulsionada com os pés, embora 4 séculos antes deste feito o Leonardo da Vinci já a tinha desenhado com pedais e correntes!), em 1898 veio ao Brasil apenas para consumo e diversão dos riquíssimos Barões do Café e apenas em 1948 começou a ser fabricada no país e se tornou popular. A “magrela” ou “bike” como é carinhosamente chamada por muitos apaixonados em nosso país – e largamente utilizada como meio eficiente de locomoção especialmente na China e Holanda – pode ser uma excelente ferramenta de mobilidade e acessibilidade eficaz e agregadora. Daí a importância de implementar os projetos de circulação (ciclovias, ciclofaixas, circulação partilhada), de sinalização (vertical, horizontal, semafórica), de estacionamento (bicicletários, paraciclos), de campanhas educativas (para ciclistas, usuários de outros veículos e pedestres) e da definição da área de abrangência (com a definição de limites extremos - interesse, necessidade, limite físico) e integração com outros meios de transporte equipados para tal. Além de alternativas viáveis como linhas de crédito para população de baixa renda na aquisição de bicicletas e equipamentos de proteção pessoal.


Em muitas cidades de Alagoas e aqui em Maceió - nos bairros do Tabuleiro, Benedito Bentes, Clima Bom, Jacintinho, Trapiche, Complexo Lagunar, etc – milhares de moradores de áreas vulneráveis socialmente, trabalhadores na informalidade - buscando desesperadamente “bico” para sustentar suas famílias com dignidade e resistindo com bravura ao mundo das facilidades e violência do tráfico de drogas – ou na construção civil e em outras áreas da economia local – às vezes até escondendo suas bicicletas para não perderem o vale-transporte, se deslocam todos os dias usando bicicletas. Exatamente por respeito profundo a esses trabalhadores, estamos em importante etapa de pactuação  – em Coordenação do MP/AL (Dr. Max e Dra. Denise) – com organizações não-governamentais (Associação dos Ciclistas e Bicicletada), Sindicatos de Trabalhadores e Patronal (Construção Civil) e todas as Instituições Públicas diretamente responsáveis pelo setor. Estamos confiantes que conseguiremos garantir a implementação do Plano de Mobilidade Urbana com prioridade a formas de circulação coletivas, aos pedestres (especialmente com deficiência ou restrição de mobilidade) e aos ciclistas dentro do Sistema Viário.


Claro que muitos dirão que tudo isso é impossível e vão se contentar com seus carrões nos “pegas” de vadios filhinhos de papai ou sendo um ridículo machão brutamontes no trânsito... ou no caso dos políticos ladrões e suas súcias nada disso importa pois as propinas das ciclovias são pequenas se comparadas com as rodovias e confiam eles que os trabalhadores pobres continuarão facilmente manipulados para que eles possam continuar a reinar. Mas, “pra variar”, muitos de nós continuaremos lutando, apresentando emendas ao Orçamento para garantia das ciclovias, fiscalizando e exigindo que sejam encaminhados os Projetos (prerrogativa exclusiva do Executivo) de Mobilidade... Além do óbvio em continuar de lupa na mão para evitar a canalhice política no processo de licitação do transporte coletivo e garantir as cláusulas sociais de proteção aos motoristas e cobradores dos ônibus. Ufa! Como dizia a grande e maravilhosa alagoana Nise da Silveira...”Para navegar contra a corrente são necessárias condições raras: espírito de aventura, coragem, perseverança e paixão!".